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Estudo para prevenção de infeções hospitalares desenvolvido em Coimbra

Publicado por Dr Miguel Sousa Neves em Terça-feira Jan 9, 2018

Um contributo para a prevenção de infeções hospitalares é o objetivo do estudo sobre “as condições propícias à colonização e multiplicação de estirpes de bactérias” em ambiente hospitalar que foi desenvolvido na Universidade de Coimbra (UC).

“Conhecer as condições ambientais hospitalares propícias à colonização e multiplicação de estirpes de bactérias responsáveis por infeções nosocomiais, bem como a sua distribuição espacial, foi o objetivo de um estudo microbiológico”, realizado em dois hospitais da região Centro.

A investigação foi desenvolvida por uma equipa multidisciplinar de profissionais de saúde e de investigadores da UC e do Instituto Piaget, liderada por Paula Morais, do Departamento de Ciências da Vida da Faculdade de Ciências e Tecnologia daquela Universidade (FCTUC).

Os especialistas estudaram a dispersão das bactérias no ambiente hospitalar com ênfase no grupo de “bactérias com elevado impacto nas infeções nosocomiais, designadamente ‘pseudomonas aeruginosa’ (a espécie responsável pelo maior número de infeções nosocomiais), estirpes de ‘klebsiella’ (conhecidas pelo número de multirresistência que têm vindo a desenvolver ao longo do tempo) e ‘micobactérias não-tuberculosas’, como um novo grupo problemático de bactérias”.

Leia o artigo completo em: http://www.jornalmedico.pt/atualidade/34580-estudo-para-prevencao-de-infecoes-hospitalares-desenvolvido-em-coimbra.html


Maioria dos hospitais com excelência clínica, mas conforto piora

Publicado por Dr Miguel Sousa Neves em Sábado Jan 6, 2018

A maioria dos 159 hospitais avaliados pela Entidade Reguladora da Saúde (ERS) em 2017 obteve classificação de excelência clínica, cumprindo todos os critérios de qualidade exigidos, mas na área do conforto das instalações as unidades estão a piorar.

O Sistema Nacional de Avaliação em Saúde da Entidade Reguladora (SINAS), cuja segunda avaliação de 2017 foi divulgada nesta sexta-feira, é um sistema que afere a qualidade global dos estabelecimentos prestadores de cuidados de saúde, neste caso das unidades hospitalares.

Na dimensão de excelência clínica, dos 159 estabelecimentos abrangidos 127 tiveram classificação. Destes, 112 (70%) conseguiram a atribuição da estrela correspondente ao primeiro nível de avaliação.

Das unidades avaliadas, 87 são públicas, 47 privadas e 26 pertencem ao sector social.

Leia o artigo completo em: https://www.publico.pt/2018/01/05/sociedade/noticia/maioria-dos-hospitais-com-excelencia-clinica-mas-conforto-piora-1798290


Quase 280 mil utentes escolheram o hospital que queriam para ter uma consulta

Publicado por Dr Miguel Sousa Neves em Sexta-feira Jan 5, 2018

Fazem-no sobretudo quando precisam de consultas de ortopedia, otorrino, ofltamologia e dermatologia, as que apresentam maiores tempos de espera. Cerca de 167 mil utentes optaram pelos grandes centros hospitalares de Lisboa e Porto para serem atendidos. A possibilidade de escolher um hospital diferente do da área de residência existe desde Junho do ano passado.

No último ano e meio perto de 278 mil utentes escolheram um hospital diferente do da sua área de residência para ter uma consulta da especialidade. E destes, cerca de 167 mil optaram pelos grandes centros hospitalares de Lisboa e Porto para serem atendidos. No topo das áreas que levaram os utentes a exercer o direito do livre acesso no Serviço Nacional de Saúde (SNS), criado em Junho de 2016, estão dermatologia, ortopedia, otorrino e oftalmologia.

A percentagem de utentes a exercer o livre acesso, 10,7% dos que foram referenciados pelos médicos de família para uma consulta hospitalar, tem-se mantido constante desde que esta possibilidade foi criada.

Leia a notícia completa em: https://www.publico.pt/2017/12/18/sociedade/noticia/mais-de-270-mil-utentes-escolheram-um-hospital-diferente-do-da-residencia-para-ter-uma-consulta-1796244


“GERINGONÇA” NÃO É ENTRAVE À ABERTURA DO SNS AO SETOR SOCIAL – Miguel Sousa Neves, entrevista ao Jornal Médico

Publicado por Dr Miguel Sousa Neves em Domingo Set 18, 2016

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“Em entrevista ao nosso jornal, o presidente da Sociedade Portuguesa de Gestão de Saúde, Miguel Sousa Neves, afirma-se convicto de que mesmo no espartilho da “geringonça”, avesso à abertura do SNS aos setores social e privado, há políticos do PCP e do Bloco com conhecimentos de gestão de saúde que querem, mais do que tudo, o “bem-estar” das pessoas que servem nos seus cargos políticos de passagem e que por isso estarão sensíveis a argumentações bem sustentadas sobre a necessidade de apoiar e reforçar o setor social no plano geral para a saúde. No que toca à ADSE, o médico oftalmologista, que é também Mestre em Gestão dos Serviços de Saúde pelo ISCTE, preconiza uma “vigilância” apertada aos gastos imputados pelos variados agentes do setor privado, especialmente nos atos cirúrgicos mais frequentes, evitando assim que o sistema de saúde dos funcionários do Estado se torne cada vez mais no pote de mel dos privados. Já para uma boa gestão do SNS, o também membro da Direção da Competência em Gestão de Serviços de Saúde da Ordem dos Médicos avança com três ingredientes fundamentais: uma escolha criteriosa das melhores pessoas para os cargos de gestão intermédia e de topo com apostas nítidas e inequívocas nos profissionais de saúde com destaque para os médicos que conhecem bem o sistema onde trabalham e que tenham formação em gestão; um trabalho intensivo serviço a serviço, unidade a unidade, em conjunto com todos que trabalham diariamente no terreno para se poder maximizar as potencialidades e minimizar as gorduras e por fim um plano realista e racional para a prevenção da doença”

Aceda à entrevista completa aqui


Boas Festas

Publicado por Dr Miguel Sousa Neves em Quarta-feira Dez 23, 2015

A Sociedade Portuguesa de Gestão de Saúde (SPGS) deseja a todos os seus associados e amigos um Santo Natal e um Feliz Ano Novo.

SPGS