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REPOSIÇÃO DE TRABALHO “QUAL O PREÇO DA SAÚDE ?” da autoria de Miguel Sousa Neves

Publicado por Dr Miguel Sousa Neves em Quinta-feira Mai 21, 2015

“Qual o Preço da Saúde?

A saúde não tem um preço observável. É resultado da combinação das características de cada pessoa, do tipo e montante de cuidados de saúde que recebe e do tempo que é usado pela pessoa na “produção” dessa saúde.”

da autoria de Miguel Sousa Neves

Pode consultar o documento completo fazendo o download em: Qual o Preço da Saúde?

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“A afectividade na gestão” – J. M. Gonçalves de Oliveira

Publicado por Dr Miguel Sousa Neves em Terça-feira Mai 12, 2015

“A condição de conforto e satisfação dos profissionais de qualquer organização é essencial para o seu bom funcionamento. Nenhum responsável por um serviço hospitalar pode esquecer esta regra fundamental se pretende que a estrutura que dirige desempenhe as suas diferentes tarefas com qualidade, devoção e humanismo. Sem se desviar da sua primordial finalidade – tratar os doentes de acordo com as melhores práticas e, à luz dos últimos conhecimentos reconhecidos, com os recursos possíveis – deve acautelar todas as outras funções com o mesmo empenho e dedicação. Sendo a actividade assistencial o cerne da sua existência, subalternizar a formação pré e pós-graduada é colocar em risco a capacidade da sua equipa continuar a prestar cuidados de acordo com a leges artis.”

Excerto do artigo do Dr. J. M. Gonçalves de Oliveira – Revista Portuguesa de Gestão & Saúde

Artigo disponível em: A afectividade na gestão
RPGS disponível em: http://spgsaude.pt/website/revista-portuguesa-de-gestao-saude-no15-marco-2015


“O estado da Saúde – porque chegámos aqui” – José Boquinhas

Publicado por Dr Miguel Sousa Neves em Quinta-feira Mai 7, 2015

“A Saúde tem sido varrida por uma série de notícias preocupantes acerca da degradação dos seus serviços e da dificuldade que os doentes têm tido para aceder a certo tipo de cuidados:

– listas de espera elevadas para certas cirurgias e consultas de especialidade;

– exames auxiliares de diagnóstico no ambulatório em Gastrenterologia e certas áreas da Imagiologia com atrasos a um nível insustentável que podem chegar a um ano, ao ponto de muitos hospitais já nem sequer inscreverem novos doentes por incapacidade de resposta em tempo útil;

– hospitais com aparelhos avariados há meses, o que agrava as listas de espera, por incapacidade financeira das administrações hospitalares de os mandar
reparar ou substituir;

– urgências em ruptura com centenas de doentes e várias mortes confirmadas em diversos hospitais enquanto esperavam por ser atendidos;

– profissionais em risco de esgotamento físico por horas e horas a fio a trabalhar para dar resposta a uma procura excessiva, mas não diferente da que
tem acontecido noutros anos nesta época do Inverno;

– doentes com hepatite C à espera do prometido financiamento de 100 milhões de euros em cinco anos para se poderem tratar
e que tardam em chegar;

– camas hospitalares encerradas em número excessivo, o que nos coloca ainda mais abaixo da média da União Europeia e da OCDE do que já estávamos, com 3,4 camas por 1.000 habitantes quando na OCDE é de 4,9;

– reduzido número de camas de cuidados continuados muito abaixo do que acontece na União Europeia, o que agrava as consequências da falta de camas com dificuldades nas altas médicas arrastando os doentes em internamentos de cariz social;

– encerramento de serviços clínicos de uma forma cega sem sustentação técnica, deturpando as orientações do memorando de entendimento quanto à Saúde;

– e emigração massiva de profissionais de Saúde, em especial, de enfermeiros, sendo referido terem já emigrado, de acordo com a Ordem dos Enfermeiros, 2.082 enfermeiros desde o início da crise, sendo que, só em 2014, terão emigrado uma média de 5,7 por dia, em especial, na região sul, mas também médicos, cerca de 200 em 2014, de acordo com a respectiva Ordem.

Porque chegámos a este estado de coisas e quais as suas causas, é a pergunta que todos devemos fazer, porque não era inevitável uma diminuição da qualidade tão acentuada, cuja verdadeira dimensão só iremos compreender quando começarem a sair os primeiros indicadores de Saúde relacionados com a mortalidade e morbilidade das populações referentes aos anos da crise.”

Excerto do artigo do Dr. José Boquinhas – Revista Portuguesa de Gestão & Saúde

Artigo disponível em: O estado da Saúde – porque chegámos aqui
RPGS disponível em: http://spgsaude.pt/website/revista-portuguesa-de-gestao-saude-no15-marco-2015

 


Convite APIFARMA – Ciclo de Conferências 2015

Publicado por Dr Miguel Sousa Neves em Segunda-feira Mai 4, 2015

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A APIFARMA – Associação Portuguesa da Indústria Farmacêutica, tem o prazer de o convidar para a 3ª edição do Ciclo de Conferências Saber Investir Saber Inovar, que decorrerá no Centro Cultural de Belém, em Lisboa.

Ciclo de Conferências Saber Investir Saber Inovar 2015 conta com 3 conferências, distribuídas pelos meses de Maio e Junho, que constituem uma oportunidade única e já reconhecida para reflectir e debater a Saúde em Portugal.

A primeira conferência deste Ciclo intitula-se “Investimento & Inovação na Saúde: Promessas e Desafios”, e terá lugar no próximo dia 6 de Maio, pelas 9h30 (Programa e Formulário de inscrição).

A segunda conferência do Ciclo, “Adicionar Valor ao Sistema de Saúde em Portugal”, inicialmente anunciada para 28 de Maio, decorre a 2 de Junho, pelas 9h30 (Formulário de inscrição).

 “Financiar a Saúde – Investir em Portugal” é o tema da terceira conferência do Ciclo Saber Investir Saber Inovar de 2015, que acontece a 24 de Junho, pelas 9h30 (Formulário de inscrição).

O programa completo das conferências de 2 e 24 de Junho será divulgado oportunamente


Votos de Boas Festas

Publicado por Dr Miguel Sousa Neves em Segunda-feira Dez 22, 2014

Caras/os amigas/os e associadas/os,

A equipa da Sociedade Portuguesa de Gestão de Saúde deseja a todos um Feliz Natal e um Novo Ano recheado de sucessos na vida pessoal, profissional e na Gestão da Saúde dos portugueses.

Um abraço de amizade,

Miguel Sousa Neves
Presidente da Direcção

 

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