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Infarmed cria um mapa da inovação para definir prioridades até 2019

Publicado por Dr Miguel Sousa Neves em Quarta-feira Abr 11, 2018

O Infarmed está a definir um mapa com a inovação que deverá entrar nos próximos dois anos em Portugal, de forma a estabelecer prioridades e a agilizar a entrada no mercado de novas tecnologias de saúde.

Para fazer este mapeamento, foi solicitado a cerca de 200 empresas do setor farmacêutico que enviassem informação sobre os pedidos de financiamento que vão submeter até ao final de 2019, para novas substâncias ativas, novas indicações e primeiros genéricos e biossimilares. Este projeto de Horizon Scanning arrancou com o setor do medicamento, mas prevê-se que venha a ser alargado a outras tecnologias de saúde numa fase posterior.

“A recolha e tratamento, de forma sistemática, de informação de várias fontes sobre a entrada de novas tecnologias de saúde no Serviço Nacional de Saúde permitirá uma melhor planificação das atividades. O Infarmed vai também antecipar medidas para preparar o sistema de saúde para a entrada de tecnologias que alterem, de forma significativa, a prestação de cuidados de saúde, a nível organizacional, orçamental, entre outros”, indicou a entidade em comunicado.

Leia a notícia completa em: http://jornalmedico.pt/atualidade/35215-infarmed-cria-um-mapa-da-inovacao-para-definir-prioridades-ate-2019.html


Proposta de criação de um sistema básico de navegação para pequenas e médias empresas de Saúde ou como “sobreviver” nos tempos de hoje

Publicado por Dr Miguel Sousa Neves em Sábado Jan 13, 2018

Para que uma empresa tenha sucesso ela tem que planear um caminho e desenvolver estratégias para obter os resultados desejados.

Durante muitos anos, os médicos, utilizando consultórios ou pequenas empresas de saúde como complemento do seu trabalho no SNS, não precisavam de planear as suas carreiras na prática privada. A concorrência era mínima e estava controlada pela dimensão relativamente pequena da sua atuação. Hoje em dia, com o advento das grandes empresas fornecedoras de serviços de saúde, há que rever o modo de funcionamento partindo do pressuposto de que a relação médico-paciente é fulcral desde que acompanhada por uma qualidade elevada e continuada de prestação de serviços.

Leia o artigo completo, da autoria de Miguel Sousa Neves, médico especialista em Oftalmologia e mestre em Gestão de Serviços de Saúde, publicado na Edição nr.22 da Revista Portuguesa de Gestão & Saúde:


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Estudo para prevenção de infeções hospitalares desenvolvido em Coimbra

Publicado por Dr Miguel Sousa Neves em Terça-feira Jan 9, 2018

Um contributo para a prevenção de infeções hospitalares é o objetivo do estudo sobre “as condições propícias à colonização e multiplicação de estirpes de bactérias” em ambiente hospitalar que foi desenvolvido na Universidade de Coimbra (UC).

“Conhecer as condições ambientais hospitalares propícias à colonização e multiplicação de estirpes de bactérias responsáveis por infeções nosocomiais, bem como a sua distribuição espacial, foi o objetivo de um estudo microbiológico”, realizado em dois hospitais da região Centro.

A investigação foi desenvolvida por uma equipa multidisciplinar de profissionais de saúde e de investigadores da UC e do Instituto Piaget, liderada por Paula Morais, do Departamento de Ciências da Vida da Faculdade de Ciências e Tecnologia daquela Universidade (FCTUC).

Os especialistas estudaram a dispersão das bactérias no ambiente hospitalar com ênfase no grupo de “bactérias com elevado impacto nas infeções nosocomiais, designadamente ‘pseudomonas aeruginosa’ (a espécie responsável pelo maior número de infeções nosocomiais), estirpes de ‘klebsiella’ (conhecidas pelo número de multirresistência que têm vindo a desenvolver ao longo do tempo) e ‘micobactérias não-tuberculosas’, como um novo grupo problemático de bactérias”.

Leia o artigo completo em: http://www.jornalmedico.pt/atualidade/34580-estudo-para-prevencao-de-infecoes-hospitalares-desenvolvido-em-coimbra.html


Maioria dos hospitais com excelência clínica, mas conforto piora

Publicado por Dr Miguel Sousa Neves em Sábado Jan 6, 2018

A maioria dos 159 hospitais avaliados pela Entidade Reguladora da Saúde (ERS) em 2017 obteve classificação de excelência clínica, cumprindo todos os critérios de qualidade exigidos, mas na área do conforto das instalações as unidades estão a piorar.

O Sistema Nacional de Avaliação em Saúde da Entidade Reguladora (SINAS), cuja segunda avaliação de 2017 foi divulgada nesta sexta-feira, é um sistema que afere a qualidade global dos estabelecimentos prestadores de cuidados de saúde, neste caso das unidades hospitalares.

Na dimensão de excelência clínica, dos 159 estabelecimentos abrangidos 127 tiveram classificação. Destes, 112 (70%) conseguiram a atribuição da estrela correspondente ao primeiro nível de avaliação.

Das unidades avaliadas, 87 são públicas, 47 privadas e 26 pertencem ao sector social.

Leia o artigo completo em: https://www.publico.pt/2018/01/05/sociedade/noticia/maioria-dos-hospitais-com-excelencia-clinica-mas-conforto-piora-1798290


Quase 280 mil utentes escolheram o hospital que queriam para ter uma consulta

Publicado por Dr Miguel Sousa Neves em Sexta-feira Jan 5, 2018

Fazem-no sobretudo quando precisam de consultas de ortopedia, otorrino, ofltamologia e dermatologia, as que apresentam maiores tempos de espera. Cerca de 167 mil utentes optaram pelos grandes centros hospitalares de Lisboa e Porto para serem atendidos. A possibilidade de escolher um hospital diferente do da área de residência existe desde Junho do ano passado.

No último ano e meio perto de 278 mil utentes escolheram um hospital diferente do da sua área de residência para ter uma consulta da especialidade. E destes, cerca de 167 mil optaram pelos grandes centros hospitalares de Lisboa e Porto para serem atendidos. No topo das áreas que levaram os utentes a exercer o direito do livre acesso no Serviço Nacional de Saúde (SNS), criado em Junho de 2016, estão dermatologia, ortopedia, otorrino e oftalmologia.

A percentagem de utentes a exercer o livre acesso, 10,7% dos que foram referenciados pelos médicos de família para uma consulta hospitalar, tem-se mantido constante desde que esta possibilidade foi criada.

Leia a notícia completa em: https://www.publico.pt/2017/12/18/sociedade/noticia/mais-de-270-mil-utentes-escolheram-um-hospital-diferente-do-da-residencia-para-ter-uma-consulta-1796244