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“Portugal tem um dos poucos bons sistemas de saúde do mundo”, disse diretor-Geral da OMS

Publicado por Dr Miguel Sousa Neves em Quarta-feira Jun 6, 2018

O Diretor-geral da Organização Mundial da Saúde (OMS) afirmou, em entrevista ao Jornal i, que «Portugal tem um dos poucos bons sistemas de saúde do mundo». Tedros Ghebreyesus esteve esta semana em Portugal para o lançamento do Plano de Ação Mundial para a Promoção da Atividade Física 2018-2030.

Portugal foi o país escolhido porque tem um Serviço Nacional de Saúde (SNS) e porque «o governo está empenhado no combate às doenças não transmissíveis e a atividade física faz parte desse movimento, tal como a luta contra o tabaco. Vimos um compromisso forte do lado do Governo, inclusive no reconhecimento desta necessidade de combater a falta de exercício físico», explicou o líder da OMS.

«Sabíamos de medidas como o imposto sobre o açúcar que Portugal introduziu ou o imposto sobre o sal», acrescentou. «E no caso do tabaco também têm adotado os instrumentos da OMS: Portugal foi um dos países que ratificaram o protocolo para a eliminação do comércio ilícito de tabaco».

Notícia completa em: https://www.sns.gov.pt/noticias/2018/06/06/elogio-do-diretor-geral-da-oms/


Médicos exigem mais dinheiro para a Saúde no OE 2019

Publicado por Dr Miguel Sousa Neves em Segunda-feira Mai 28, 2018

O presidente do Conselho Regional Sul da Ordem dos Médicos (CRSOM) defendeu, ontem, um aumento do financiamento da saúde no Orçamento de Estado (OE) de 2019 para melhorar a capacidade de resposta na prestação de cuidados de saúde à população.

“É preciso dar mais importância e aumentar o PIB per capita dedicado à saúde, de forma a responder, não só aos problemas da emergência, mas também aos problemas da prevenção, do tratamento e da evolução dos cuidados de saúde”, disse Alexandre Valentim Lourenço, em declarações à agência Lusa.

O dirigente recordou que “O PIB per capita antes da intervenção da troika andava à volta dos 6,5% para a saúde no SNS, no anterior Governo era de 5,3% e atualmente está nos 4,8%. Estamos mais abaixo do que estávamos na altura da intervenção da troika”, salientando que alguns países da Europa gastam “oito e nove por cento” do PIB na saúde.

Leia a notícia completa em: http://www.jornalmedico.pt/atualidade/35482-medicos-exigem-mais-dinheiro-para-a-saude-no-oe-2019.html?idU=1


Mais despesa no setor da Saúde

Publicado por Dr Miguel Sousa Neves em Quinta-feira Mai 3, 2018

Défice não derrapou apesar do aumento da despesa na saúde.

De acordo com um comunicado do Gabinete do Ministro das Finanças, divulgado na quinta-feira, dia 26 de abril, a despesa no Serviço Nacional de Saúde (SNS) aumentou, não originando, no entanto, uma derrapagem no défice.

O documento destaca o aumento da despesa no setor da saúde, com um acréscimo no SNS de 3,2%, acima do orçamentado, refletindo um aumento de 4,2% das despesas com aquisição de bens e serviços e de 67% do investimento. Esta evolução da despesa reflete pagamentos de anos anteriores, no montante de 413 milhões de euros, realizados ao abrigo do aumento de capital dos Hospitais EPE (Entidade Pública Empresarial) efetuado no final de 2017.

O Ministério das Finanças adianta que a execução em contabilidade pública da Administração Pública registou, até março, um défice global de 377 milhões de euros (M€), representando uma melhoria de 14 M€ face ao período homólogo, explicada por um crescimento da receita (3,5%) superior ao da despesa (3,4%).

No mesmo período, o excedente primário ascendeu a 1 742 M€, tendo aumentado 272 M€ relativamente a 2017. Quando corrigidos os fatores especiais que afetam positiva e negativamente as contas públicas, esta evolução está em linha com o previsto no Orçamento do Estado para 2018.

Leia mais em: https://www.sns.gov.pt/noticias/2018/04/27/execucao-orcamental/?utm_term=Portal+SNS++Newsletter+17%2F2018&utm_campaign=Newsletter++Portal+SNS&utm_source=e-goi&utm_medium=email


Infarmed cria um mapa da inovação para definir prioridades até 2019

Publicado por Dr Miguel Sousa Neves em Quarta-feira Abr 11, 2018

O Infarmed está a definir um mapa com a inovação que deverá entrar nos próximos dois anos em Portugal, de forma a estabelecer prioridades e a agilizar a entrada no mercado de novas tecnologias de saúde.

Para fazer este mapeamento, foi solicitado a cerca de 200 empresas do setor farmacêutico que enviassem informação sobre os pedidos de financiamento que vão submeter até ao final de 2019, para novas substâncias ativas, novas indicações e primeiros genéricos e biossimilares. Este projeto de Horizon Scanning arrancou com o setor do medicamento, mas prevê-se que venha a ser alargado a outras tecnologias de saúde numa fase posterior.

“A recolha e tratamento, de forma sistemática, de informação de várias fontes sobre a entrada de novas tecnologias de saúde no Serviço Nacional de Saúde permitirá uma melhor planificação das atividades. O Infarmed vai também antecipar medidas para preparar o sistema de saúde para a entrada de tecnologias que alterem, de forma significativa, a prestação de cuidados de saúde, a nível organizacional, orçamental, entre outros”, indicou a entidade em comunicado.

Leia a notícia completa em: http://jornalmedico.pt/atualidade/35215-infarmed-cria-um-mapa-da-inovacao-para-definir-prioridades-ate-2019.html


Proposta de criação de um sistema básico de navegação para pequenas e médias empresas de Saúde ou como “sobreviver” nos tempos de hoje

Publicado por Dr Miguel Sousa Neves em Sábado Jan 13, 2018

Para que uma empresa tenha sucesso ela tem que planear um caminho e desenvolver estratégias para obter os resultados desejados.

Durante muitos anos, os médicos, utilizando consultórios ou pequenas empresas de saúde como complemento do seu trabalho no SNS, não precisavam de planear as suas carreiras na prática privada. A concorrência era mínima e estava controlada pela dimensão relativamente pequena da sua atuação. Hoje em dia, com o advento das grandes empresas fornecedoras de serviços de saúde, há que rever o modo de funcionamento partindo do pressuposto de que a relação médico-paciente é fulcral desde que acompanhada por uma qualidade elevada e continuada de prestação de serviços.

Leia o artigo completo, da autoria de Miguel Sousa Neves, médico especialista em Oftalmologia e mestre em Gestão de Serviços de Saúde, publicado na Edição nr.22 da Revista Portuguesa de Gestão & Saúde:


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