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Quase 280 mil utentes escolheram o hospital que queriam para ter uma consulta

Publicado por Dr Miguel Sousa Neves em Sexta-feira Jan 5, 2018

Fazem-no sobretudo quando precisam de consultas de ortopedia, otorrino, ofltamologia e dermatologia, as que apresentam maiores tempos de espera. Cerca de 167 mil utentes optaram pelos grandes centros hospitalares de Lisboa e Porto para serem atendidos. A possibilidade de escolher um hospital diferente do da área de residência existe desde Junho do ano passado.

No último ano e meio perto de 278 mil utentes escolheram um hospital diferente do da sua área de residência para ter uma consulta da especialidade. E destes, cerca de 167 mil optaram pelos grandes centros hospitalares de Lisboa e Porto para serem atendidos. No topo das áreas que levaram os utentes a exercer o direito do livre acesso no Serviço Nacional de Saúde (SNS), criado em Junho de 2016, estão dermatologia, ortopedia, otorrino e oftalmologia.

A percentagem de utentes a exercer o livre acesso, 10,7% dos que foram referenciados pelos médicos de família para uma consulta hospitalar, tem-se mantido constante desde que esta possibilidade foi criada.

Leia a notícia completa em: https://www.publico.pt/2017/12/18/sociedade/noticia/mais-de-270-mil-utentes-escolheram-um-hospital-diferente-do-da-residencia-para-ter-uma-consulta-1796244


“GERINGONÇA” NÃO É ENTRAVE À ABERTURA DO SNS AO SETOR SOCIAL – Miguel Sousa Neves, entrevista ao Jornal Médico

Publicado por Dr Miguel Sousa Neves em Domingo Set 18, 2016

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“Em entrevista ao nosso jornal, o presidente da Sociedade Portuguesa de Gestão de Saúde, Miguel Sousa Neves, afirma-se convicto de que mesmo no espartilho da “geringonça”, avesso à abertura do SNS aos setores social e privado, há políticos do PCP e do Bloco com conhecimentos de gestão de saúde que querem, mais do que tudo, o “bem-estar” das pessoas que servem nos seus cargos políticos de passagem e que por isso estarão sensíveis a argumentações bem sustentadas sobre a necessidade de apoiar e reforçar o setor social no plano geral para a saúde. No que toca à ADSE, o médico oftalmologista, que é também Mestre em Gestão dos Serviços de Saúde pelo ISCTE, preconiza uma “vigilância” apertada aos gastos imputados pelos variados agentes do setor privado, especialmente nos atos cirúrgicos mais frequentes, evitando assim que o sistema de saúde dos funcionários do Estado se torne cada vez mais no pote de mel dos privados. Já para uma boa gestão do SNS, o também membro da Direção da Competência em Gestão de Serviços de Saúde da Ordem dos Médicos avança com três ingredientes fundamentais: uma escolha criteriosa das melhores pessoas para os cargos de gestão intermédia e de topo com apostas nítidas e inequívocas nos profissionais de saúde com destaque para os médicos que conhecem bem o sistema onde trabalham e que tenham formação em gestão; um trabalho intensivo serviço a serviço, unidade a unidade, em conjunto com todos que trabalham diariamente no terreno para se poder maximizar as potencialidades e minimizar as gorduras e por fim um plano realista e racional para a prevenção da doença”

Aceda à entrevista completa aqui


Boas Festas

Publicado por Dr Miguel Sousa Neves em Quarta-feira Dez 23, 2015

A Sociedade Portuguesa de Gestão de Saúde (SPGS) deseja a todos os seus associados e amigos um Santo Natal e um Feliz Ano Novo.

SPGS


XVIII Congresso Nacional de Medicina | IX Congresso Nacional do Médico Interno

Publicado por Dr Miguel Sousa Neves em Domingo Nov 1, 2015

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http://www.nortemedico.pt/evento/?imr=2&imc=33n&fmo=ve&year=2015&month=11&cano=2015&cmes=11&evento=10687&first=1


The European health report 2015: Targets and beyond – reaching new frontiers in evidence

Publicado por Dr Miguel Sousa Neves em Domingo Out 25, 2015

Sem Título

VER DOCUMENTO COMPLETO EM:

 http://www.euro.who.int/__data/assets/pdf_file/0006/288645/European-health-report-2015-Targets-beyondreaching-new-frontiers-evidence-full-book-en.pdf?ua=1