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Cuidados de Saúde Primários – Prioridade da Política de Saúde

Publicado por Dr Miguel Sousa Neves em Quinta-feira Jun 21, 2018

– 113 novos Centros de Saúde em projeto e em construção

– Modernização do parque informático (13000 computadores)

– Maior número de Médicos de Família

– Maior taxa de cobertura de cidadãos por Médico de Família (93 %)

– Maior número de USF tipo A e B (no final da legislatura serão 100 novas)

– Maior colocação de sempre de enfermeiros nos CSP (776) reforçando em qualidade e experiência profissional os CSP Reforço de viaturas para apoio domiciliário

– Alargamento dos programas de rastreio

– Consultas de cessação tabágica em todos os ACES

– Melhoria da resolutividade dos CSP (saúde oral e visual)

– Reforço de competências multiprofissionais (Psicólogos e nutricionistas)

A partilha de informação factual, com dados validados, online e em cada momento (e não apenas periodicamente) é determinante para o debate do cidadão sobre objetivos a atingir em Saúde e de como fazer opções na gestão de recursos finitos para responder a expectativas que nunca o serão. Num sistema harmonioso e em que convivem parceiros públicos, privados, do setor social sob escrutínio permanente de cada cidadão e de grupos representativos de profissionais, investigadores e doentes/cidadãos.

 

 


Mais acesso, atividade assistencial e recursos no SNS

Publicado por Dr Miguel Sousa Neves em Quarta-feira Jun 20, 2018

Em 2017 registou-se uma melhoria do acesso e do desempenho assistencial das entidades do SNS, traduzidos no maior número de consultas, quer nos cuidados de saúde primários (+4,2%), quer nos cuidados de saúde hospitalares (+0,3%), na redução de 1,4% nos episódios de urgência, no aumento de doentes operados (+3,5%) e no cumprimento dos tempos de resposta (83,2% de consultas hospitalares muito prioritárias realizadas dentro do TMRG, 3,1 meses de tempo médio dos operados e 74% dos episódios de urgência realizado dentro do tempo adequado, mais 2% que em 2016).

Durante o ano de 2017, o SNS realizou, por dia, cerca de 85 mil consultas nos cuidados de saúde primários, 33.500 consultas hospitalares e operou 1600 doente.

No final de 2017 o SNS tinha em funções 131.998 trabalhadores, o maior número de efetivos de que há registo, um aumento de 1.166 enfermeiros e 447 médicos, face ao ano anterior.

Em 2017 foram dados passos importantes no combate à precariedade laboral na Saúde com a conversão em contratos sem termo de 2.347 de situações de emprego precário e a contratação de 1700 trabalhadores em regime de contrato sem termo ou por tempo indeterminado.

Leia o relatório completo em:  http://www.acss.min-saude.pt/wp-content/uploads/2018/06/NOTA-IMPRENSA_Gestao-acesso-cuidados-de-saude_recursos-humanos_18062018.pdf


“Portugal tem um dos poucos bons sistemas de saúde do mundo”, disse diretor-Geral da OMS

Publicado por Dr Miguel Sousa Neves em Quarta-feira Jun 6, 2018

O Diretor-geral da Organização Mundial da Saúde (OMS) afirmou, em entrevista ao Jornal i, que «Portugal tem um dos poucos bons sistemas de saúde do mundo». Tedros Ghebreyesus esteve esta semana em Portugal para o lançamento do Plano de Ação Mundial para a Promoção da Atividade Física 2018-2030.

Portugal foi o país escolhido porque tem um Serviço Nacional de Saúde (SNS) e porque «o governo está empenhado no combate às doenças não transmissíveis e a atividade física faz parte desse movimento, tal como a luta contra o tabaco. Vimos um compromisso forte do lado do Governo, inclusive no reconhecimento desta necessidade de combater a falta de exercício físico», explicou o líder da OMS.

«Sabíamos de medidas como o imposto sobre o açúcar que Portugal introduziu ou o imposto sobre o sal», acrescentou. «E no caso do tabaco também têm adotado os instrumentos da OMS: Portugal foi um dos países que ratificaram o protocolo para a eliminação do comércio ilícito de tabaco».

Notícia completa em: https://www.sns.gov.pt/noticias/2018/06/06/elogio-do-diretor-geral-da-oms/


Médicos exigem mais dinheiro para a Saúde no OE 2019

Publicado por Dr Miguel Sousa Neves em Segunda-feira Mai 28, 2018

O presidente do Conselho Regional Sul da Ordem dos Médicos (CRSOM) defendeu, ontem, um aumento do financiamento da saúde no Orçamento de Estado (OE) de 2019 para melhorar a capacidade de resposta na prestação de cuidados de saúde à população.

“É preciso dar mais importância e aumentar o PIB per capita dedicado à saúde, de forma a responder, não só aos problemas da emergência, mas também aos problemas da prevenção, do tratamento e da evolução dos cuidados de saúde”, disse Alexandre Valentim Lourenço, em declarações à agência Lusa.

O dirigente recordou que “O PIB per capita antes da intervenção da troika andava à volta dos 6,5% para a saúde no SNS, no anterior Governo era de 5,3% e atualmente está nos 4,8%. Estamos mais abaixo do que estávamos na altura da intervenção da troika”, salientando que alguns países da Europa gastam “oito e nove por cento” do PIB na saúde.

Leia a notícia completa em: http://www.jornalmedico.pt/atualidade/35482-medicos-exigem-mais-dinheiro-para-a-saude-no-oe-2019.html?idU=1


Mais despesa no setor da Saúde

Publicado por Dr Miguel Sousa Neves em Quinta-feira Mai 3, 2018

Défice não derrapou apesar do aumento da despesa na saúde.

De acordo com um comunicado do Gabinete do Ministro das Finanças, divulgado na quinta-feira, dia 26 de abril, a despesa no Serviço Nacional de Saúde (SNS) aumentou, não originando, no entanto, uma derrapagem no défice.

O documento destaca o aumento da despesa no setor da saúde, com um acréscimo no SNS de 3,2%, acima do orçamentado, refletindo um aumento de 4,2% das despesas com aquisição de bens e serviços e de 67% do investimento. Esta evolução da despesa reflete pagamentos de anos anteriores, no montante de 413 milhões de euros, realizados ao abrigo do aumento de capital dos Hospitais EPE (Entidade Pública Empresarial) efetuado no final de 2017.

O Ministério das Finanças adianta que a execução em contabilidade pública da Administração Pública registou, até março, um défice global de 377 milhões de euros (M€), representando uma melhoria de 14 M€ face ao período homólogo, explicada por um crescimento da receita (3,5%) superior ao da despesa (3,4%).

No mesmo período, o excedente primário ascendeu a 1 742 M€, tendo aumentado 272 M€ relativamente a 2017. Quando corrigidos os fatores especiais que afetam positiva e negativamente as contas públicas, esta evolução está em linha com o previsto no Orçamento do Estado para 2018.

Leia mais em: https://www.sns.gov.pt/noticias/2018/04/27/execucao-orcamental/?utm_term=Portal+SNS++Newsletter+17%2F2018&utm_campaign=Newsletter++Portal+SNS&utm_source=e-goi&utm_medium=email