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Reformas de Proximidade no SNS

Publicado por Dr Miguel Sousa Neves em Sexta-feira Ago 11, 2017

Fernando Araújo apresenta projeto-piloto em Matosinhos.

O projeto-piloto “SNS+Proximidade” arranca na região Norte e foi apresentado esta quinta-feira, dia 22 de junho, no Hospital Pedro Hispano, em Matosinhos, pelo Secretário de Estado Adjunto e da Saúde, Fernando Araújo.

Alguns exames e tratamentos, como análises clínicas, raio-X, espirometrias, eletrocardiogramas, reabilitação física e terapia da fala, entre outros, vão passar a ser disponibilizados nos centros de saúde, para que os utentes possam resolver os seus problemas mais rapidamente, ajudando a diminuir as idas às urgências e os episódios de internamento.

Este será um dos lados visíveis de um projeto de reformas mais abrangente, que pretende facilitar, acima de tudo, o acesso e o percurso dos utentes ao longo do Serviço Nacional de Saúde (SNS).

Fazem parte deste projeto o Hospital Pedro Hispano e os centros de saúde de Matosinhos, o Centro Hospitalar do Porto, o Hospital de Santa Maria Maior, em Barcelos, bem como os Agrupamentos de Centros de Saúde (ACES) de Gondomar, Porto Ocidental e Esposende/Barcelos.

A iniciativa envolve cerca de 657. 544 utentes, 18% do total de inscritos na região Norte, a região com melhores condições para avançar com o projeto, nomeadamente cobertura quase total de médicos de família e ACES com outras profissões de saúde, como psicólogos, nutricionistas e dentistas.

Se os resultados deste projeto-piloto forem positivos, o Ministério da Saúde pretende estender o SNS + Proximidade ao resto do país durante o próximo ano.

Para saber mais, consulte:

Administração Regional de Saúde do Norte – http://www.arsnorte.min-saude.pt

Fonte: Portal SNS

 


Portugal já tem 111 centros de referência em áreas prioritárias de intervenção em saúde

Publicado por Dr Miguel Sousa Neves em Quinta-feira Ago 10, 2017

O reconhecimento de mais 21 centros de referência em áreas prioritárias de intervenção em saúde fez subir para 111 os centros especializados em Portugal.

De acordo com um despacho assinado pelo secretário de Estado adjunto e da Saúde, hoje em Diário da República, o Ministério da Saúde reconheceu recentemente mais 21 centros de referência nacional para cinco especialidades: fibrose quística, neurorradiologia de intervenção na doença cerebrovascular, coagulopatias congénitas, implantes cocleares e a oxigenação por membrana extracorporal.

Na área da fibrose quística, são agora centros de referência os centros hospitalares do Porto, Universitário de Coimbra, Lisboa Central, Lisboa Norte e São João, no Porto.

Os centros hospitalares de Lisboa Norte, do Porto, Lisboa Central, Universitário de Coimbra, de Vila Nova de Gaia/Espinho e de Lisboa Ocidental passam a ser os centros de referência para a área da neurorradiologia de intervenção na doença cerebrovascular.

Para a área das coagulopatias congénitas são centros de referência os centros hospitalares de Lisboa Central, de São João (Porto), Lisboa Norte e o Universitário de Coimbra.

Os implantes cocleares têm como centros de referência o Centro Hospitalar Universitário de Coimbra, conjuntamente com o Centro Hospitalar do Porto, o Centro Hospitalar Lisboa Norte, o Centro Hospitalar de Vila Nova de Gaia/Espinho, o Centro Hospitalar Lisboa Ocidental, conjuntamente com o Centro Hospitalar Lisboa Central, e o Hospital CUF Infante Santo.

Na área da oxigenação por membrana extracorporal (ECMO) foram reconhecidos como centros de referência o Centro Hospitalar Lisboa Central, o Centro Hospitalar Lisboa Norte e o Centro Hospitalar de São João, no Porto.

Os primeiros 13 centros de referência foram reconhecidos em 2015. Seguiram-se mais 77 em 2016 e os 21 novos em 2017. Na região norte existem 39 centros de referência, 21 na região centro, 49 em Lisboa e Vale do Tejo, um no Alentejo e um no Algarve.

Fonte: Jornal Médico


Espera-se um “verão quente” entre médicos e tutela

Publicado por Dr Miguel Sousa Neves em Terça-feira Ago 8, 2017

Os médicos anunciaram, ontem, em conferência de imprensa após reunião do Fórum Médico, que irão dar menos de um mês à tutela para que esta cumpra as promessas feitas em resposta às reivindicações que estes profissionais têm feito, sob pena de avançarem para uma nova greve nacional.

“Caso as negociações não se traduzam a curto prazo em resultados inequivocamente positivos, as organizações sindicais médicas estão preparadas para desencadearem os adequados mecanismos legais de convocação de uma nova greve nacional dos médicos”, afirmou o bastonário da Ordem dos Médicos (OM), Miguel Guimarães.

Questionado sobre o significado deste “curto prazo”, o responsável adiantou aos jornalistas que os médicos esperam soluções durante o mês de agosto.

O presidente da Federação Nacional dos Médicos (FNAM), Mário Jorge Neves, foi mais longe, considerando que a próxima reunião com o Ministério da Saúde, agendada para 11 de agosto, será um encontro “de tudo ou nada”. O dirigente sindical salientou que desde a paralisação de 10 e 11 de maio, o Governo se mantenha de “adiamento em adiamento”. E lamentou: “Estamos em princípio de agosto com a mesma situação que tínhamos há um ano e meio”.

Os sindicatos mostraram-se disponíveis para que a resolução de três das suas principais reivindicações possa ser faseada por três momentos diferentes até ao final da legislatura.

Em causa está a redução da lista de utentes por médico de família, que atualmente se situa nos 1.900 utentes por médico, enquanto os sindicatos pretendem que regresse a valores próximos dos 1.500.

A limitação do trabalho suplementar a 150 horas anuais, em vez das atuais 200 e a imposição de um limite de 12 horas de trabalho em serviço de urgência são outras das matérias essenciais para os sindicatos e que já estiveram na origem da greve de maio.

Das conclusões do Fórum Médico que decorreu ontem, na sede da OM, em Lisboa, resultou ainda o incentivo para que as organizações médicas procedam à denúncia pública das “deficiências, insuficiências e injustiças” no sistema de saúde.

Para as organizações médicas, as condições de trabalho no setor continuam a agravar-se, com o contexto laboral e salarial a manter-se em níveis elevados de decadência. Os médicos alegam que continua a crescer a revolta entre a classe e que as promessas ministeriais não têm passado a atos concretos.

“Chegámos mais uma vez a uma situação que já não permite uma atitude expectante”, avisam os profissionais, no comunicado divulgado no final da reunião do Fórum Médico.

Fonte: Jornal Médico


Envelhecimento Ativo e Saudável

Publicado por Dr Miguel Sousa Neves em Quinta-feira Ago 3, 2017

Estratégia traça medidas para qualidade de vida de pessoas idosas.

Vai ser colocada em consulta pública, a partir desta terça-feira, dia 1 de agosto de 2017, a «Estratégia Nacional para o Envelhecimento Ativo e Saudável 2017 – 2025». Um documento que traça várias medidas para desenvolver políticas que melhorem a qualidade de vida das pessoas idosas.

Uma das ações defendidas no documento é a definição de uma «estratégia de combate à polimedicação de justificação obrigatória para mais de cinco medicamentos».

De acordo com o  Coordenador do Grupo de Trabalho Interministerial para a Estratégia do Envelhecimento Ativo e Saudável, José Pereira Miguel, a ideia não é estabelecer um limite para a prescrição ou toma de medicamentos, nem sobrecarregar os médicos com trabalho burocrático.

«Não estamos a dizer qual é a solução a aplicar. Não é uma solução fechada. Mas pretende-se criar um mecanismo que faça um alerta» para a toma de mais de cinco medicamentos, acrescenta, lembrando que «os medicamentos têm interações entre eles».

O Coordenador refere que os profissionais de saúde devem estar alerta para a polimedicação, apercebendo-se de que medicamentos outros especialistas prescreveram aos seus doentes.

Documento em discussão pública até 15 de agosto de 2017

A Estratégia Nacional para o Envelhecimento Ativo e Saudável propõe ainda que sejam criadas uma espécie de «bandeiras vermelhas» para sinalizar idosos com necessidade especial de acompanhamento, como pessoas que recorrem mais às urgências ou que faltam sistematicamente a consultas ou até com sinais de negligência. Esta medida extravasa a área da saúde e devia envolver as autarquias, a Polícia de Segurança Pública, a Guarda Nacional Republicana, a Associação Portuguesa de Apoio à Vítima, entre outras entidades.

O documento, que ficará em discussão pública até ao dia 15 de agosto de 2017, defende ainda a criação de um programa de vigilância da saúde das pessoas idosas. Neste programa deve ser fomentada a realização de avaliações regulares «com vista à deteção precoce de défices funcionais, défices psíquicos ou doenças crónicas a partir dos 50 anos» e tendo em conta as necessidades particulares de homens e mulheres.

No caso de doentes com várias patologias (comorbilidades), sugere-se a adoção de um plano individual de cuidados, um instrumento de intervenção integrada nos diferentes níveis de cuidados.

A Estratégia para o Envelhecimento Ativo e Saudável define medidas que envolvem vários setores, da Saúde à Educação e passando pela Solidariedade e Segurança Social. Por isso, Pereira Miguel propõe a criação de uma comissão interministerial que acompanhe e monitorize o que se vai realizando e implementando.

Pode participar, em:

Portal SNS > Consulta Pública – Estratégia Nacional para o Envelhecimento Ativo e Saudável

Fonte: Portal SNS


Agência Europeia Medicamentos no Porto

Publicado por Dr Miguel Sousa Neves em Sexta-feira Jul 21, 2017

Candidatura portuense foi aprovada em Conselho de Ministros.

O Conselho de Ministros decidiu candidatar a cidade do Porto para acolher a sede da Agência Europeia de Medicamentos (EMA), anunciou hoje a Ministra da Presidência, Maria Manuel Leitão Marques.

No final da reunião do Conselho de Ministros, que decorreu a 13 de julho, a Ministra da Presidência referiu que foi decidido que o Porto é a cidade portuguesa que «apresenta melhores condições para acolher a sede daquela instituição».

«O Porto está mais próximo do centro da Europa, está mais perto do centro da Península (Ibérica)», sublinhou, por seu lado, o Ministro da Saúde, Adalberto Campos Fernandes.

Fonte: Portal SNS