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Revista Portuguesa de Gestão & Saúde nº20: novembro 2016

Publicado por Dr Miguel Sousa Neves em Quarta-feira Dez 7, 2016

rpgs-20A Revista Portuguesa de Gestão & Saúde (RPGS) edição nº20 encontra-se disponível para acesso online. Este número conta com os seguintes artigos:

““Geringonça” não é entrave à abertura do SNS ao setor social” –  Entrevista a Miguel Sousa Neves

“A empresarialização no SNS” - J. M. Gonçalves de Oliveira

“Integração vertical de cuidados - O Impacto nos custos do internamento hospitalar” - Verónica Sofia Santos

“A empresarialização das unidades hospitalares em Portugal – Efeitos na eficiência” - Alexandre Morais Nunes

“O futuro da Saúde em Portugal - Uma perspetiva pessoal” - Rui Mateus Marques

“A problemática do risco em Saúde e a necessidade de promover a segurança do doente” - Dora Maria Ricardo Fonseca Saraiva

“Reflexão sobre cuidar e tratar em Enfermagem” - Maria de Lurdes Faria

Ligação para acesso onlinehttp://www.jornalmedico.pt/wp-content/uploads/rpgs/rpgs020/


Doentes trocam privado por público a meio de tratamentos

Publicado por Dr Miguel Sousa Neves em Quarta-feira Dez 7, 2016

São cada vez mais os doentes que estão a chegar a hospitais públicos a meio de tratamentos depois de esgotarem os seguros de saúde.

Muitos doentes estão a chegar aos hospitais públicos, a meio de tratamentos, por terem esgotado os limites dos seguros de saúde. São muitos os casos de oncologia, mas há outros, quase sempre relacionados com patologias com tratamento mais caro.

O secretário de estado da Saúde diz que esta é uma realidade preocupante e diz que o doente não pode ser prejudicado. Fernando Araújo garante que a situação está a ser atentamente analisada e promete para breve regras que definam, com transparência e equidade, o acesso destes doentes que vêm do setor privado.

Em declarações à TSF, o secretário de estado revela que todos os hospitais estão a ser confrontados com estes casos, que estão a ser avaliados em conjunto com a Entidade Reguladora da saúde e com a Ordem dos Médicos. Fernando Araújo defende que é essencial perceber se neste processo, os médicos do setor privado estão a cumprir os princípios a que estão obrigados na relação com o doente.

Fonte: TSF, 6 de dezembro de 2016


ERA vão passar a apoiar a coordenação nacional para a reforma do SNS na área dos CSP

Publicado por Dr Miguel Sousa Neves em Quarta-feira Dez 7, 2016

Cada uma das Administrações Regionais de Saúde (ARS) vai passar a ter um suporte regional de apoio e acompanhamento para a reforma do Serviço Nacional de Saúde (SNS) na área dos Cuidados de Saúde Primários (CSP).

Trata-se, no fundo, de uma revitalização do papel das denominadas equipas regionais de apoio e acompanhamento (ERA) de forma a alcançar o «impulso reformador».
«De acordo com novo contexto organizacional, funcional e orgânico, as ARS devem manter, na dependência direta do seu conselho diretivo e em articulação funcional com a coordenação nacional para a reforma do SNS na área dos CSP, a existência duma equipa multidisciplinar de assessoria técnica, supervisão, apoio especializado e acompanhamento, denominada ERA, orientada para o relançamento da reforma», diz o despacho publicado hoje no Diário da República.
Segundo o diploma, estas equipas devem «estimular as boas práticas de gestão e governação clínica e de saúde junto dos respetivos Aces e unidades funcionais, assegurando o alinhamento com a coordenação estratégica nacional».
Cada equipa vai integrar um coordenador e profissionais por si propostos «com a experiência considerada adequada em CSP, ajustada à dimensão da área geográfica de cada ARS, número de Aces e suas unidades funcionais», sendo que «os elementos da equipa devem ter competências demonstradas nas áreas de recursos humanos, governação clínica e de saúde, acompanhamento e orientação, construção de equipas, sistemas de informação, gestão e contratualização», salienta o despacho que pode ser consultado aqui

Fonte: Univadis, 06 de Dezembro de 2016


Presidente do Infarmed preside à comissão que vai acompanhar acordo do Governo com a Apifarma

Publicado por Dr Miguel Sousa Neves em Segunda-feira Dez 5, 2016

O presidente do conselho diretivo do Infarmed, Henrique Luz Rodrigues, foi nomeado presidente da Comissão de Acompanhamento da execução do Acordo, celebrado entre os ministérios das Finanças, da Saúde, da Economia e a Indústria Farmacêutica, por intermédio da Apifarma, para o período de 2016 a 2018.

O acordo, como na altura anunciado, visa contribuir para a sustentabilidade do SNS e garantir o acesso ao medicamento. Da equipa, nomeada hoje num despacho assinado pelos gabinetes das Finanças, Saúde Economia, fazem ainda parte os presidentes do conselho diretivo da Administração Central do Sistema de Saúde e da Apifarma, bem como em representação do Ministério das Finanças, Marta Sofia Verdasca de Andrade, técnica especialista no Gabinete do Ministro das Finanças, e o diretor-geral da Direção-Geral das Atividades Económicas, em representação do Ministério da Economia. A equipa tem como missão fazer o acompanhamento da aplicação do Acordo, nomeadamente no que toca à execução dos compromissos mútuos previstos;  propor iniciativas que contribuam para atingir os objetivos definidos; apreciar a adequação do que se encontra previsto no Acordo à evolução do mercado, nomeadamente em termos da concretização dos objetivos orçamentais de despesa com medicamentos e monitorização do ambiente económico da cadeia de valor do medicamento; e ainda apreciar quaisquer pendências que decorram da implementação de acordos anteriores, celebrados entre o Estado e a Apifarma.

Fonte: Univadis, 02 de Dezembro de 2016


Ministro assina acordo com OMS – Europa e Observatório Europeu.

Publicado por Dr Miguel Sousa Neves em Segunda-feira Dez 5, 2016

O Ministro da Saúde, Adalberto Campos Fernandes, assinou uma declaração conjunta, com a Organização Mundial da Saúde – Europa (OMS – Europa) e o Observatório Europeu dos Sistemas e Políticas de Saúde, para a avaliação externa das políticas de saúde, esta quarta-feira, dia 30 de novembro, no Teatro Thalia, em Lisboa.

A avaliação deverá incluir uma análise global da situação e das políticas de saúde portuguesas no período em estudo e, ainda, áreas específicas a determinar.

Da avaliação global deverá constar, entre outros aspetos, um resumo das principais conclusões de relatórios recentes, internos e externos, sobre o sistema e políticas de saúde, como o relatório da Organização Mundial da Saúde sobre o desempenho do sistema de saúde português (2010), o perfil traçado em 2011 – “Health System in Transition” (HiT) -, e o relatório promovido pela Fundação Gulbenkian “Um Futuro para a Saúde – Todos temos um papel a desempenhar” (2014).

A declaração conjunta preconiza ainda a criação de um painel de revisão, de 4-6 especialistas europeus, preferencialmente de países cujo sistema de saúde seja semelhante com o português.

Participaram, na cerimónia, Hans Kluge, Diretor da Divisão de Sistemas de Saúde e Saúde Pública, da Organização Mundial da Saúde – Europa, Josep Figueras, Diretor do Observatório Europeu dos Sistemas e Políticas de Saúde, e Constantino Sakellarides, consultor do Ministro da Saúde.

Fonte: Portal SNS, 30de novembro de 2016