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ARSN com mais 59 camas nos cuidados continuados

Publicado por Dr Miguel Sousa Neves em Sexta-feira Ago 3, 2018

A Administração Regional de Saúde do Norte (ARSN) assinou, hoje, novos contratos com o Ministério do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social, no âmbito da Rede Nacional de Cuidados Continuados Integrados, que disponibilizam mais 59 camas para as unidades de saúde da região.

Em comunicado, a ARSN adianta que as camas foram distribuídas entre as várias Unidades de Saúde Local (USL), 14 camas para a USL do Alto do Minho, 15 na USL do Nordeste e 20 camas para a Unidade de Longa Duração e Manutenção da Santa Casa da Misericórdia de Vinhais.

Desta forma, passam a estar disponíveis 241 camas de Convalescença, 817 camas de Média Duração e Reabilitação, 1.577 camas de Longa Duração e Manutenção, 25 camas de Cuidados Paliativos e 1.593 lugares de Equipas de Cuidados Continuados Integrados.

Já na área da Pediatria, passam a haver dez camas de Cuidados Pediátricos Integrados e dez lugares de Ambulatório Pediátrico, enquanto na da Saúde Mental há 55 lugares em Unidade Socio-Ocupacional, oito visitas/dia em Equipa de Apoio Domiciliário e 14 lugares em Residência Autónoma.

Leia a notícia completa em: http://www.jornalmedico.pt/atualidade/35972-arsn-com-mais-59-camas-nos-cuidados-continuados.html


Ministério da Saúde procura anestesistas para suprir carências no Algarve

Publicado por Dr Miguel Sousa Neves em Segunda-feira Jul 30, 2018

A região dispõe de duas dezenas de médicos desta especialidade e necessita de outros tantos. Os poucos que existem são disputados pelos privados, com a oferta de 20 mil euros/mês.

A falta generalizada de anestesistas em Portugal coloca particularmente em risco a assistência à saúde no Algarve. Os profissionais desta área são poucos, fazem-se pagar bem e o Serviço Nacional de Saúde (SNS) não consegue concorrer com o sector privado, em termos de vencimentos. O presidente da Administração Regional de Saúde (ARS), Paulo Morgado, exemplifica: “Um médico do Centro Hospitalar Universitário do Algarve (CHU) teve uma oferta de 20 mil euros por mês de um hospital privado – deixou o sector público”. A lista de espera das intervenções cirúrgicas chega a ser de anos. Quem tem recursos financeiros procura alternativas fora do SNS e assim vai crescendo o número de clínicas e hospitais privados na região. Nos últimos anos nasceram mais de uma dezena.

Para servir a região existem 20 anestesistas, que se dividem em trabalho entre o sector público e o privado. “Fazia falta outros tantos”, defende Paulo Morgado, lembrando que está aberto um concurso com duas vagas por preencher nesta área. “Estamos a fazer um grande esforço para contratar médicos, em Portugal ou no estrangeiro, para suprir esta lacuna”, adiantou. A administração do Centro Hospitalar Universitário do Algarve (CHUA) gasta cerca de seis milhões de euros por ano na compra de serviços aos hospitais privados. Porém, a taxa de ocupação das camas do serviço de cirurgia está longe de esgotar a capacidade de internamento. Segundo o relatório de actividades do Centro Hospitalar (unidades de Faro e Portimão), a ocupação em 2016 foi de 15%, no ano anterior 79%. “Falta de anestesias”, justifica o presidente da ARS, realçando que estes profissionais estão com um pé no serviço público e o outro no privado, por isso rejeitam a dedicação exclusiva. “Temos de encontrar uma saída para resolver este problema – carência de profissionais”, enfatiza, desafiando o Colégio da Especialidade a assumir uma posição sobre esta matéria.

Leia a notícia completa em: https://www.publico.pt/2018/07/30/sociedade/noticia/ministerio-da-saude-procura-anestesistas-a-todo-o-custo-para-suprir-carencias-no-algarve-1839398


Convocatória Assembleia Geral Sociedade Portuguesa de Gestão de Saúde

Publicado por Dr Miguel Sousa Neves em Segunda-feira Jul 30, 2018


Novos acordos para Carreiras farmacêuticas

Publicado por Dr Miguel Sousa Neves em Quarta-feira Jul 18, 2018

O Ministério da Saúde celebrou ontem, dia 16 de julho de 2018, dois acordos coletivos com os sindicatos representativos dos trabalhadores integrados nas carreiras farmacêuticas, numa reunião que foi presidida pela Secretária de Estado da Saúde, Rosa Valente de Matos. Estes acordos beneficiam um total de 400 pessoas.

Um dos acordos aplica-se aos trabalhadores em funções públicas e contém, entre outros elementos, normas sobre a organização e prestação de trabalho, segurança e saúde no trabalho e de serviços mínimos em caso de greve.

O segundo acordo, aplicável aos trabalhadores com contrato individual de trabalho, equipara os profissionais com este tipo de contrato aos trabalhadores em funções públicas, designadamente no que respeita às matérias acima referidas, assim como através da aplicação do mesmo regime remuneratório, reduzindo também o Período Normal de Trabalho destes trabalhadores de 40 horas semanais para 35 horas.

Os acordos foram assinados com o Sindicato Nacional dos Farmacêuticos, o Sindicato dos Trabalhadores da Administração Pública e de Entidades Com Fins Públicos e o Sindicato dos Quadros Técnicos do Estado e de Entidades com Fins Públicos.

Leia o artigo completo em: https://www.sns.gov.pt/noticias/2018/07/17/carreiras-farmaceuticas/


Sofia Portela nomeada presidente da ADSE

Publicado por Dr Miguel Sousa Neves em Quinta-feira Jul 12, 2018

Sofia Portela, que era vogal da ADSE, vai substituir Carlos Liberato Baptista na presidência do Instituto Público. A nomeação foi aprovada esta quinta-feira em Conselho de Ministros.

A avaliar pelo comunicado do Conselho de Ministros, Sofia Portela ficará à frente do instituto público até 2020. O comunicado explica ainda que Sofia Maria Lopes Portela foi nomeada para o cargo de presidente do conselho diretivo do Instituto de Proteção e Assistência na Doença” em virtude da renúncia ao cargo efetuada pelo atual presidente e para completar o mandato em curso que termina em 16 de março de 2020.

Licenciada em gestão e doutorada em métodos quantitativos aplicados, Sofia Portela é também professora universitária. No início da sua carreira foi consultora e passou pela Sonae.com, de acordo com a biografia publicada em Diário da República.

Eugénio Rosa é o vogal eleito pelo Conselho de Supervisão, mas falta nomear o segundo vogal. A reunião que estava marcada para esta tarde com os representantes dos sindicatos, dos aposentados e dos beneficiários, terá sido adiada por causa do calendário de nomeações.

Notícia completa em: https://www.jornaldenegocios.pt/economia/funcao-publica/detalhe/sofia-portela-passa-de-vogal-a-presidente-da-adse

Conheça o Currículo da nova presidente da ADSE aqui: https://ciencia.iscte-iul.pt/authors/sofia-maria-lopes-portela/cv